sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A Política no cinema

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Filme: A Outra




Sinopse

A Outra é uma fascinante e sensual história de intriga, romance e traição. Duas irmãs, Ana e Maria Bolena conduzidas pela ambição da família, na busca pelo poder e status se envolvem em um jogo, onde o amor e a atenção do rei da Inglaterra tornam-se objetivos comuns. Jogadas na perigosa e excitante vida da corte, o que era para ser uma tentativa de ajuda à família, transforma-se em uma cruel rivalidade entre irmãs. Onde amor, ambição e poder podem significar a quebra ou o fortalecimento de um império.


Resumo do filme 

O filme “A Outra” se passa na corte inglesa do século XVI e conta a historia da família Bolena. Lady Elizabeth Bolena era casada com Sir Thomas Bolena e tinha três filhos: Ana, Maria e George. 

O irmão de Lady Elizabeth é que tomava conta dos negócios da família, possuía forte influência sobre eles, principalmente na vida de suas sobrinhas. Ele soube que o Rei da Inglaterra, Henrique VIII, passava por problemas no casamento, já que sua esposa, Catarina de Aragão,  não poderia mais lhe dar um filho homem, para que esse se torna-se herdeiro do trono.
Ao saber desta oportunidade, ele convenceu Ana, a filha mais velha de sua irmã, a se tornar amante do Rei a fim de conquistá-lo e conseguir regalias para a família Bolena, possuir riquezas e títulos.

O Rei foi convidado para passar uns dias na casa dos Bolena e logo se encantou por Ana. Entretanto, após um acidente durante a caça (envolvendo Ana e o rei), o tio ordena que Maria cuide dos ferimentos do rei.  Depois desse episódio Henrique se encanta por Maria e, a pedido do rei, seu tio e seu pai ordenam que ela se torne a amante. Porém Maria já era casada, mas seu marido aceita a condição, pois receberá em troca um cargo na corte. Assim, todos vão morar na corte.

Chegando à corte Maria é intimada pelo rei para comparecer no seu quarto pessoal. A partir da primeira noite, Maria passa a ser chamada com freqüência. Maria acaba se apaixonando e ficando grávida de Henrique.
Enquanto isso, Ana foge e se encontra com o duque Thomas Howard, que está noivo, eles se casam escondidos. No dia seguinte sua irmã, Maria, fica sabendo do acontecimento e conta pra seu pai e seu tio. Para que não ocorra nenhum desentendimento com o rei, Ana é mandada para exílio na França para servir a rainha.

Com Maria grávida, o rei perde o interesse por ela.  A única solução para a família Bolena não perder a chance com o rei é trazer Ana de volta e usá-la para atrair o rei novamente.
Assim que volta a corte, Ana começa a chamar a atenção do rei, ele percebe que ela realmente mudou e começa a desejá-la cegamente. Ana fica esnobando o rei e diz a ele que ele só a terá se ele “romper” com Maria e nunca mais se envolver com sua mulher, a rainha. Ele promete isso a ela e Ana deixa esperanças no rei.

Chega o dia de Maria ter o bebê. É um menino. Mas como prometido para Ana, o rei não da atenção nenhuma a Maria e a pedido de Ana, manda Maria para o campo.
O próximo passo tomado pelo rei foi o mais difícil de realizar, pedir a anulação de seu casamento com a rainha. Para que isso ocorra Henrique terá que romper com a igreja católica. Ele se separa da igreja católica, anula seu casamento e cria a Igreja da Inglaterra que aceitaria seu casamento com Ana.

Depois do casamento, logo Ana fica grávida e da à luz a uma menina, Elizabete. Irritado o rei diz que quer um herdeiro. O casamento de Ana e Henrique já não existia, ele não possuía interesse nenhum em Ana e ela não conseguia dar um herdeiro a ele.
Ana fica grávida de novo, mas ela perde a criança. Ela fica desesperada, pois não quer contar ao rei que perdeu o filho, a única solução que ela encontra é se deitar com seu irmão e engravidar dele. Sozinhos no quarto o irmão diz que não pode fazer isso, Porém sua esposa já havia visto os dois no quarto e vai logo contar para o rei. George é morto na guilhotina. Ana é condenada e morta.
O filho que Maria por ser bastardo não poderia ser herdeiro do trono, assim como as filhas de Catarina de Aragão. Elizabete, a filha de Ana que se torna herdeira do trono e governa a Inglaterra por 45 anos.

Relção com a matéria

No filme mostra a ambição das pessoas para chegar ao poder, para obter riqueza. E como o poder pode interferir em um império.
O filme mostra a influência da Igreja católica no poder político.
Para o rei se casar novamente ele teria que anular seu primeiro casamento, porém o Papa e a igreja não permitem tão ação.
Então o rei se separa de Roma e da Igreja católica. Ele é excomungado.
Para poder realizar seu novo casamento ele cria a Igreja da Inglaterra, igreja anglicana.
A Inglaterra não se tornou, após esse acontecimento, um país protestante, pois a igreja permaneceu católica quanto à doutrina.

Opnião do grupo

O grupo concorda que a influência da igreja é perceptível. Para nós é um incomum o rei não poder anular seu casamento com a rainha, porém possuímos consciência de que aquela época era outra e a anulação do casamento não era comum.
A luxúria e o poder podem trazer conseqüências para um império. Devido o desejo que Henrique tinha sobre Ana, ele foi capaz de se separar da igreja católica, pois essa era contra a anulação de seu casamento (aqui se percebe a influência da igreja católica no poder).
sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Poder e Política

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Introdução
 A palavra política vem de Politheia (que indica todos os assuntos relativos a Polis). A política pode ser considerada uma transferência de poder para outrem, além de uma das varias representações do poder.
O governante tem o poder de tomar decisões visando o melhor para a comunidade,porém as vezes ocorre o abuso desse poder quando os políticos usam dos seus benefícios para melhoria das suas vidas privadas.
        
A reportágem

Sobre o caso Jaqueline Roriz:
Um vídeo divulgado nesta sexta-feira (4) pelo site do jornal O Estado de S. Paulo inclui a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF), filha do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, entre os envolvidos no suposto esquema de corrupção no governo do DF.
Na imagem, Jaqueline aparece junto do marido, Manoel Neto, recebendo um maço de dinheiro das mãos do ex-secretário de Relações Institucionais do DF, Durval Barbosa, o delator do esquema. De acordo com o site do jornal, o vídeo foi gravado na campanha eleitoral de 2006, na sala de Barbosa, quando Jaqueline disputava uma vaga na Câmara Distrital pelo PSDB.
No ano passado, Jaqueline foi eleita deputada federal pelo PMN. O assessor da família Roriz, Paulo Fona, informou que Jaqueline não irá se pronunciar sobre o vídeo. 
Fona ressaltou ainda que na época da gravação do vídeo Jaqueline não era deputada, mas candidata.
O Ministério Público Federal admite que recebeu uma nova remessa de documentos referentes às investigações recentemente, mas não confirma se o vídeo faz parte desta nova remessa. A Procuradoria afirmou também que não vai se pronunciar sobre o vídeo por enquanto.
As investigações se tornaram públicas no fim de 2009, após a Polícia Federal deflagrar a operação Caixa de Pandora, que investiga um suposto esquema de arrecadação e pagamento de propina comandado por Arruda, e que envolve políticos aliados – entre eles deputados distritais. O governador sempre negou envolvimento.
O esquema seria uma espécie de “pedágio” cobrado por Arruda para que empresas consigam contratos com o governo. O dinheiro arrecadado, segundo o inquérito da PF, era dividido entre Arruda, o vice-governador, Paulo Octávio, além de secretários e assessores da administração do DF.

fonte:
http://noticias.r7.com/brasil/noticias/video-envolve-filha-de-joaquim-roriz-no-esquema-do-mensalao-do-dem-20110304.html

O vídeo a seguir mostra a ação da deputada:


 A opnião do grupo
o grupo concorda que a política e o poder devem existir em qualquer Estado,porém não pode ocorrer o abuso de um sobre o outro.O caso acima citado de Jaqueline Roriz é o exemplo de uma pessoa que abusa de seu poder político para suprir necessidades pessoais.Não concordamos com a sua atitude,pois é incoerente e total abuso do poder. 
Da relação com Maquiavel 
Maquiavel em seu livro O Príncipe ele afirma que o principe (governante),  
“Deve ser comedido nos gastos para não ter que roubar seus súditos, para poder defender-se, para não ficar pobre e desprezível, para não ser forçado à voracidade, para não ligar à pecha de miserável.”